sexta-feira, 14 de março de 2014

Regina "Neusinha" Becker em Tramandaí junto com seu marido José Fortunatti "fiscalizando" o Canil Municipal daquela cidade do litoral norte e fazendo politicagem barata com o dinheiro público...

imagem internet
No dia 14 de fevereiro de 2014, numa linda sexta-feira à tarde, em pleno horário de expediente, temperatura quente, período de férias, Freeway ainda sem movimento, bom de ir para praia e, talvez, com pouca coisa por fazer em Porto Alegre, o Prefeito José Fortunatti resolveu atender a mais um pedido de sua querida esposa, primeira-dama (cargo apenas honorífico), ex-secretária voluntária (enquanto recebia como CC (Cargo de Comissão) na Assembleia Legislativa comandando o Memorial da Assembleia, que levou mais de uma década para terminar o projeto), secretária atual da SEDA (embora haja ação do Ministério Público Estadual para que seja exonerada e que está mantida apenas por liminar), foi ele (Fortunatti) arrastado até Tramandaí. Mais precisamente até o Canil Municipal daquele município, onde no início do ano havia existido um problema de canibalismo. Nada melhor do que fazer uma média em cima de um lugar que estivesse por baixo. Porém o que encontraram foi um trabalho competente de recuperação do Canil Municipal. O casal estava acompanhado de uma das herdeiras dos Grandene, Vitória, que possui um hotel para cães na Avenida Protásio Alves, que por coincidência seria o doador oculto para a "construção" do primeiro HOSPITAL MUNICIPAL PÚBLICO VETERINÁRIO do país (isto foi "vendido" e dito durante a campanha eleitoral de 2012 para a Prefeitura de Porto Alegre, entretanto a NOVA VICENZA, empresa de Grendene, ao que parece não teve suas reivindicações atendidas e se retirou do projeto do HOSPITAL MUNCIPAL PÚBLICO VETERINÁRIO). Esse fato foi noticiado pela página 10 de Zero Hora como no "CANIL ALHEIO", certamente dando por entender "porque não foi cuidar do seu canil", pois é notório que a grande maioria das protetoras de Porto Alegre da causa animal tem as maiores reclamações em razão dos NÃO TRABALHOS realizados pela SEDA, seja na área da fiscalização, seja no quantitativo insuficiente de castrações que a secretaria faz anual, não criando uma ação pública para efetivamente combater o crescimento desenfreado da população de animais domésticos na capital.