quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

O PROCURADOR DA REPÚBLICA CELSO ANTÔNIO TRÊS COMBATEU O DOLEIRO YOUSSEF EM 1988... O ENGAVETADOR-GERAL DA REPÚBLICA, GERALDO BRINDEIRO PROTEGEU O ESQUEMA...

O procurador da República CELSO ANTÔNIO TRÊS combateu o doleiro YOUSSEF em 1998...

Um cruzamento de informações sobre a megalavagem de dinheiro por meio das contas CC5 era feito, em 1988, por um motorista da Procuradoria da República, em Cascavel (PR). Autodidata, o servidor operava computadores contrabandeados do Paraguai apreendidos pela Receita Federal. 

As condições precária para apurar a lavagem de bilhões de dólares está narrada em requerimento que o procurador da República CELSO ANTÔNIO TRÊS (hoje atuando em Porto Alegre no Núcleo de Combate à Corrupção do MPF-RS)enviou a CPI DO BANESTADO em agosto de 2003. O procurador obteve na Justiça a quebra do sigilo bancário de todas as contas CC5 do país, no total de US$ 124 bilhões (de dólares). Ele responsabilizou a cúpula da Procuradoria Geral da República à época pela "berrante morosidade" na investigação. CELSO TRÊS afirmava que o então procurador-geral, GERALDO BRINDEIRO (conhecido por engavetador-geral da República), deveria ter constituído uma força-tarefa em 1988, o que só fez "no crepúsculo de sua gestão, acossado pela predição da CPI DO BANESTADO", em maio de 2003. "A força-tarefa é digna de todo louvor. Ela "desengavetou" persecução que eu já temia sepultada", disse na época ao Jornal Folha de São Paulo.

O procurador CELSO TRÊS requereu à CPI DO BANESTADO cobrar do então procurador-geral, CLÁUDIO FONTELES, relatório circunstanciado da repressão à lavagem de dinheiro e do atraso na apuração.

Pediu a "responsabilização de membro dos Ministério Público Federal que porventura tinham sido negligente". A Procuradoria Geral da República informou na época à Folha de São Paulo que BRINDEIRO (o famoso Engavetador-Geral da República) e FONTELES não iriam se manifestar. O procurador TRÊS foi alvo de atentados e ameaças. CELSO TRÊS atuava isolado, em uma região de risco. Cascavel na época não tinha delegacia da Polícia Federal. Pediu transferência em 1999, "por instinto de sobrevivência". 

As primeiras informações sobre a lavagem naquela região foram apontadas pela CPI DOS PRECATÓRIOS, em 1996. "Até então sob sepulcral silêncio" segundo TRÊS afirmou na época, o BANCO CENTRAL enviou informações sobre "possíveis" TESTAS-DE-FERRO.

O doleiro YOUSSEF estava na jogada. Sempre ele. Aqui no Rio Grande do Sul nós temos um dos indiciados pela PIZZA DA CPI DO BANESTADO: É CRISTIANO TATSCH, 64 anos, economista, mestre pela UFRGS. Foi secretário adjunto da Fazenda durante a gestão de PEDRO SIMON. Também vice-presidente da COBAL (hoje CONAB). Também foi secretário da Fazenda e de Urbanismo de Porto Alegre. Entre 1996 e 1999 esteve à frente da antiga CRT - Companhia Rio Grandense de Telecomunicações. Hoje CRISTIANO é o poderoso Secretário de Planejamento do Rio Grande do Sul.

AS ROUBALHEIRAS NA PETROBRAS SÓ ACONTECERAM POR UM MOTIVO: POR CULPA DO ENGAVETADOR-GERAL DA REPÚBLICA GERALDO BRINDEIRO...  

RELEMBRAR É VIVER!!!

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