sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

ATENÇÃO MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL DO NÚCLEO DE SEGURIDADE SOCIAL - SAÚDE (SUS E HOSPITAIS PÚBLICOS)...



As AIHs (Autorização de Internações Hospitalares) são dos municípios. Não são de um determinado "grupinho"... Existe uma mentira que os grandes centros hospitalares inventam. Eles mentem quando criticam a ambulancioterapia.... Eles querem a ambulancioterapia...  Principalmente na Média e Alta Complexidade. Eles não querem a descentralização da Saúde... 

O Ministério Público Federal tem que saber que os municípios de pequeno porte só mandam pacientes para os grandes centros pelo seguinte motivo: NÃO EXISTE SERVIÇO QUALIFICADO PARA ALGUNS PROCEDIMENTOS OU FAZER CERTOS TRATAMENTOS E EXAMES DE MÉDIA OU ALTA COMPLEXIDADE NOS SEUS MUNICÍPIOS. E os pacientes levam as AIHs do seu município. Não é nenhum favor o que eles pedem. Eles pedem seus direitos. Eles pedem um tratamento digno!!! As AIHs são deles...

As AIHs são dos municípios. E quando uma região é credenciada para realizar determinado serviço de Alta Complexidade para atender determinados serviços , existe um boicote de conhecidos "grupinhos"... As AIHs são do pequeno município!!! E não desses inescurpulosos... 

Eles tem direitos de mandar seus pacientes para locais mais próximos e que tenham condições técnicas para solucionar as demandas.

Existe gente inescrupulosa atrapalhando a vida de gente simples. De gente humilde. De gente pobre. Gente que morre por falta (ou demora) no atendimento... 

Os grandes centros médicos querem a AMBULANCIOTERAPIA!!! E não querem a descentralização da Saúde!!!

Em 2012 a presidente Dilma sancionou lei que obriga o SUS (Sistema Único de Saúde) a iniciar em até 60 dias o tratamento do paciente com câncer, contados a partir da data do diagnóstico. O texto, que entrou em vigor, foi já foi publicado no Diário Oficial da União.

Segundo a regra, o paciente receberá gratuitamente do SUS todos os tratamentos necessários. O texto informa que "a padronização de terapias do câncer, cirúrgicas e clínicas, deverá ser revista e republicada, e atualizada sempre que se fizer necessário, para se adequar ao conhecimento científico e à disponibilidade de novos tratamentos comprovados". Será considerado efetivamente iniciado o primeiro tratamento com a realização de terapia cirúrgica ou com o início da radioterapia ou da quimioterapia, conforme a necessidade indicada pelo médico. 

O texto informa ainda que os pacientes que sentirem dores em consequência do combate à doença terão tratamento privilegiado.

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