quinta-feira, 12 de março de 2015

O atuante Ministério Público Federal de Canoas debateu intervenção no plano Petros-Copesul




Após instaurar um inquérito civil público para apurar a práticas de "supostos" atos ilegais que seria praticados pela Previc (Superintendência Nacional de Previdência Complementar) no plano Petros-Copesul, a Procuradoria da República em Canoas realizou reunião pública para ouvir as partes envolvidas na questão.

O procurador da República Pedro Antônio Roso pôde contar com a presença de representantes da Previc, da Copesul e da Braskem (do grupo Odebrecht) na reunião, ocorrida no última dia 5. Representantes do Sindipolo (Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Petroquímica) também estiveram presentes.

Em dezembro de 2014, a Previc decretou "administração especial com poderes próprios de intervenção" pelo prazo de 180 dias no plano. A Braskem (do grupo Odebrecht), que administra, estaria retirando seu patrocínio do mesmo. Os beneficiários do plano alegam estar sendo lesados neste processo. 


Em dezembro de 2014, a Previc decretou “administração especial com poderes próprios de intervenção” pelo prazo de 180 dias no plano. A Braskem, que o administra, estaria retirando seu patrocínio do mesmo. Os beneficiários do plano alegam estar sendo lesados neste processo.

Uma nova reunião sobre o inquérito do MPF deverá ser realizada na data de 5 de maio.

O registro em vídeo e ata da audiência pública podem ser acessados através do endereço: prmcanoas.blogspot.com

FUNDOS DE PENSÃO!!!! QUANDO COLOCAREM UMA LUNETA NELES.... VAI DAR CADEIA!!!

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