terça-feira, 17 de março de 2015

O ilibados figurões de Canoas ainda estão encrencados com o Sistema Aghos. O prefeito, a vice, o secretário de saúde, o procurador são réus na Justiça Federal. O processo é o de nº 50142164220144047112



AÇÃO CIVIL PÚBLICA DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA Nº 5014216-42.2014.4.04.7112 (Processo Eletrônico - E-Proc V2 - RS)
Data de autuação: 01/09/2014 20:09:59
Tutela: Requerida
Juiz: FELIPE VEIT LEAL
Órgão Julgador: Juízo Substituto da 2ª Vara Federal  de Canoas

Situação: MOVIMENTO
Justiça gratuita: Não Requerida
Valor da causa: R$ 16.471.841.00
Intervenção MP: Não
Maior de 60 anos: Não

AUTOR: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

RÉU: MARCELO BOSIO
RÉU: LUCIA ELISABETH COLOMBO SILVEIRA
RÉU: LEANDRO GOMES DOS SANTOS
RÉU: JAIRO JORGE DA SILVA
RÉU: GSH GESTAO E TECNOLOGIA EM SAUDE LTDA - ME
RÉU: ALOÍSIO ZIMMER JÚNIOR


O sistema de telegendamento para marcação de consultas nos postos de saúde Canoas, que vem sendo alvo de denúncias de graves irregularidades desde sua implantação, em 2012, levou a Procuradoria da República do Ministério Público a ajuizar, uma ação de IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA. A ação tem como réus figurões do PT e do PP. Sendo que um dos que ajudou a colocar (sem licitação) o "sistema" em Canoas saiu da prefeitura para "trabalhar" na GSH (detentora do sistema Aghos).


Se condenador, os réus poderão perder seus direitos políticos pelo prazo de 8 anos, perder sua função pública, ser condenados ao pagamento de multa civil de até o dobro do valor do dano, ser proibidos de contratarem com o poder público e serem obrigados a ressarcirem a integralidade do dano, conforme a Lei de Improbidade Administrativa. 


Os procuradores da República de Canoas Pedro Antônio Roso e Jorge Irajá Louro Sodré também questionam na ação sobre a necessidade de contratar uma empresa privada para realizar um serviço que o Governo Federal já disponibiliza, através dos softwares Sisreg e e-Sus, sistemas online do Ministério da Saúde para gerenciamento da rede do SUS gratuitamente. Os procuradores apuram que mais de R$ 16 milhões foram gastos SEM LICITAÇÃO para um serviço que desde sua contratação, em 2012, é alvo de reclamações por parte de seus usuários. 


Com a "contratação" feita SEM LICITAÇÃO, outras 4 empresas que operam o AGHOS, todas de propriedade de RUDINEI DIAS MOREIRA, sem contar mais 12 empresas gaúchas informadas ao MPF pelo Sindicato de Empresas de Informática (SEPRORGS) capazes de desenvolver um similar para o sistema contratado, FORAM IMPEDIDAS de oferecer ao município de Canoas um contrato melhor. 

O prefeito Jairo Jorge quer ser governador do RS. Piada!!!  O prefeito é conhecido como Jorgito da Ulbra...

Nenhum comentário:

Postar um comentário