segunda-feira, 13 de março de 2017

O "ILIBADO" E PROTEGIDO POLITICAMENTE ISEV APRONTANDO OUTRAS...


Sem receber, funcionários param e médicos pedem demissão no Hospital São Marcos, em Nova Veneza

Foto: Luan Santiago - RBS

Hospital São Marcos, de Nova Veneza, está novamente com as portas fechadas. Os médicos, que não recebem desde dezembro, pediram demissão, e os funcionários também estão parados. O salário não entrou na conta no quinto dia útil do mês, e a promessa de depositar pelo menos 50% do valor, também não foi cumprida. Os valores a pagar são reconhecidos pelo Instituto de Saúde e Educação Vida (ISEV), que teve o contrato rescindido na manhã desta terça-feira.


— Devemos concluir o inventário entre hoje e amanhã, para devolver o patrimônio para as irmãs. A folha e todos os débitos são do ISEV, ele reconhece esta pendência e está se organizando para quitar. Independentemente da mudança de gestão, vamos pagar a folha, para que as pessoas não sejam prejudicadas — explica o diretor administrativo do ISEV na unidade, Francisco Paiva.



Desde que assumiu o hospital em julho de 2014, o ISEV trabalha com as contas no vermelho. Segundo Paiva, o recurso repassado para administrar o pronto-socorro é de R$ 115 mil mensais, porém os atendimentos custam R$ 150 mil. Com um déficit cada vez maior, a gestão da unidade se tornou inviável. Para Maria Claudete Weber, membro da entidade filantrópica que é responsável pelo hospital, o prédio será devolvido para a administração municipal.



— Há muitos anos recebemos do município este imóvel, hoje nós devolvemos para que o município administre. Eles assumiram o hospital sem passivo trabalhista e sem dívidas, agora cabe ao ISEV fazer o acerto — explica a irmã.



Cerca de duas mil pessoas passavam por mês pelo pronto-socorro do São Marcos, que atende moradores de Nova Veneza e região. A administração do hospital deve ser terceirizada, e até que o assunto se resolva, as portas continuam fechadas. Os funcionários estão dispostos a voltar, desde que os salários sejam acertados.



— Para voltar o atendimento é preciso que quitem o salário do mês de fevereiro. Eles (ISEV) vivem de promessas e os trabalhadores de angústias — comenta a vice-presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Saúde de Criciúma e Região (Sindisaúde), Zenair Cauduro.

Fonte: DC - Diário Catarinense

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