quarta-feira, 12 de abril de 2017

Novas normas éticas e ações na Justiça tentam inibir Máfia das Próteses


A partir de janeiro de 2018, as indústrias de dispositivos médicos (órteses e próteses) deixarão de financiar viagens de médicos a congressos como forma de evitar conflitos de interesse nessas relações.

Só serão permitidos cursos de treinamento (sobre o funcionamento de novos dispositivos e equipamentos, por exemplo) dentro de centros das próprias indústrias.

A medida consta no novo código de conduta do setor e vem na esteira do escândalo da MÁFIA DAS PRÓTESES, um esquema de corrupção que superfaturava compras de OPMEs (órteses, próteses e materiais médicos) e que é investigado pela POLÍCIA FEDERAL há dois anos.

Entre as más práticas, envolvendo médicos, empresários (tipo Miguel Iskin, Larson Strehl, Luis Fidelix), diretores de hospitais e fabricantes de material (grandes empresas americanas), há o pagamento a médicos pelo uso de materiais em cirurgias, algumas desnecessárias.

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