quarta-feira, 17 de maio de 2017

PODE EXPLODIR NO MÉDICO ALBERTO BELTRAME...

Pezão e Alberto Beltrame

Na saúde, apenas a 'ponta do iceberg' da corrupção foi revelada

Cabral vira réu pela 8ª vez em ação que investiga desvios de R$ 300 milhões em material hospitalar (só no INTO).

Ao apresentar denúncias contra o ex-governador Sérgio Cabral (da Banda Podre do PMDB) pelos esquema de desvios do dinheiro da saúde no Rio de Janeiro, que o tornou réu pela oitava vez em menos de um ano, os procuradores da República da força-tarefa da Operação Lava Jato no estado afirmaram que o rombo descoberto até agora representa apenas "a ponta do iceberg" da corrupção no setor. Além de Cabral, o ex-secretário de Saúde Sérgio Côrtes e outras cinco pessoas foram denunciadas.

De acordo com a investigação, Cabral cobrava 5% de propina sobre todos os contratos firmados pelo estado - sistema que se ramificou na Secretaria Estadual de Saúde, segundo o MPF. A organização criminosa era chefiada pelo ex-governador e operada por Côrtes e pelo subsecretário da pasta, de acordo com o MPF. Os dois direcionavam licitações de serviços e equipamentos médicos ao cartel organizado pelos empresários Miguel Iskin (da Oscar Iskin) e Gustavo Estellita (da Sheriff Serviços e Participações), que negam as roubalheiras.

César Romero, Carlos Miranda e Carlos Bezerra, apontados como operadores de Cabral, e Miguel Iskin (amicíssimo de Eduardo Cunha) e Gustavo Estellita (amicíssimo de Eduardo Cunha) também vão responder criminalmente pelas irregularidades cometidas na Secretaria Estadual de Saúde, entre 2007 e 2014. Eles são acusados de desviar até R$ 300 milhões em contratos fraudados da Secretaria e do INTO (Instituto Nacional de Ortopedia e Traumatologia - ligado ao Ministério da Saúde).

A força-tarefa da Operação Lava Jato no Rio aposta na cooperação internacional com os Estados Unidos, as Ilhas Virgens Britânicas e as Bahamas para rastrear o dinheiro de propina recebido pelo "empresário" Miguel Iskin (da Oscar Iskin) no exterior e depois distribuído para outros integrantes da organização criminosa da banda pode do PMDB do Rio.

- As investigações estão caminhando para valores muito maiores. Só de importações, a Secretaria de Estadual de Saúde fechou contratos de US$ 277 milhões nesse período. Está sendo descortinado que o Miguel Iskin ganhava de 30% a 40% desses valores no exterior e depois fazia a distribuição desse sobrepreço, da propina, tanto para Sérgio Cabral quanto para outras pessoas que ainda não estão denunciadas, mas que fatalmente vão cair nas investigações, tanto da parte administrativa do INTO até agentes públicos de Brasília (principalmente os que chefiavam o SAS naquele período), no Ministério da Saúde - disse a procuradora da República Marisa Ferrari.

O Blog IMPRENSALIVRERS sabe que o médico gaúcho Alberto Beltrame é muito ligado ao pessoal do PMDB do Rio de Janeiro (aqueles da banda podre...). Será que é ele que está sendo investigado?

Todos sabem no Rio Grande do Sul que Beltrame é um grande colecionador de caríssimas obras de arte...

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