segunda-feira, 5 de junho de 2017

Atenção, atenção: CPI da COOTRAVIPA em marcha: VAI FEDER!!!


Está sendo articulada em ritmo acelerado uma robusta e imediata CPI DA COOTRAVIPA, para apurar, para onde vão os 200 milhões anuais pagos para a COOTRAVIPA.

Doze votos são necessários para concretizar uma CPI na Câmara Municipal de Porto Alegre... Já existem votos suficientes...

Ante disso, o MP, estuda prender muita gente!!!

O Jornal ZH já publicou matérias sobre a COOTRAVIPA:

Denúncias contra a Cootravipa não foram investigadas pela prefeitura

Dos 17 contratos com o DEP que tinham indícios de problemas em 2016, só os da Cootravipa não sofreram apuração. Denúncia feita à PGM no ano passado não foi investigada

Em julho de 2016, após as denúncias de ZH na série "Dinheiro pelo Bueiro", sobre superfaturamento em manutenções contratadas pelo DEP a prefeitura agiu rápido: afastou diretores, transferiu funcionários suspeitos de negligência na fiscalização de contratos, abriu sindicâncias e fez inspeção especial em todos os contratos do departamento. 

Ou melhor, em quase todos. Dos 17 contratos do Divisão de Conservação do DEP, apenas os cinco da Cootravipa não sofreram apuração de responsabilidades, apesar dos indícios de falhas e superfaturamento. Além disso, a cooperativa também foi alvo de uma denúncia de corrupção que, dez meses depois, não foi investigada pela Procuradoria-Geral do Município (PGM).

Maior cooperativa de trabalho do Estado, a Cootravipa tem 23 contratos vigentes no valor de R$ 46,8 milhões para serviços em diferentes órgãos da prefeitura. Desde 2011, recebeu um total de R$ 354 milhões do município, conforme dados do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Durante inspeção feita no DEP com base nas reportagens, a PGM recebeu, por escrito, informação de que um dos sócios da Cootravipa pagaria, mensalmente, propina a funcionários das quatro seções do DEP. O objetivo seria comprar o silêncio de quem precisaria fiscalizar serviços feitos com menos equipamentos e menor número de trabalhadores do que o previsto nos contratos. 

Na denúncia, constava o nome dos envolvidos, tanto do lado da Cootravipa quanto do DEP, mas nunca houve apuração. Inspeção da própria PGM em 2016 confirmou que a Cootravipa não fornecia toda a mão de obra prevista nos contratos e registrou isso em relatório, além de constatar problemas na fiscalização dos contratos. Mas, em vez de abrir investigação, como fez no caso de outras empresas suspeitas de irregularidades, a PGM à época (no governo de José Fortunati) apenas orientou que a cooperativa fizesse as devidas adequações em relação aos contratos. Já o DEP mudou os servidores de seção — mas os manteve em funções ligadas aos contratos da cooperativa.

Fonte: ZERO HORA

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